quarta-feira, 11 de setembro de 2024

O caso de Anna O. | Christian Dunker ...

 


@JefftheGeek Comenta no vídeo em questão, acima, sobre TRANSFERÊNCIA

 


Ela queria sair de casa, e sofria por causa da inibição por parte dos pais - ela começa a desenvolver por meio dessas proibições, uma série de sintomas. Esse seria o começo da histeria:

 

Uma limitação social por causa dos nossos afetos negativos - raiva e assim por diante; nos fazem reter o afeto, dissociando a Consciência e deslocando-se para uma parte do corpo. Freud por outro lado, dizia que esses afetos seriam especificamente de cunho sexual.

 


1. Foi repreendida por não notar o pai na sala - ela reprimiu esse afeto negativo, levando ela à contornar isso ao ignorar outras pessoas;

 

2. Foi repreendida pelo pai, por estar numa conversa e ter saído dela, sendo indelicada - não compreendendo ao estar numa conversa com várias pessoas, perdendo sua concentração;

 

3. Seu irmão a sacudia, empurrando e assustando ao escutar coisas no quarto ou porta dos pais - esse susto, voltava no sintoma de surdez seletiva;

 

4. O pai sofria certos ataques - levando a imitar o comportamento do pai, ao se assustar por pequenos barulhos, por mímica como se fosse o pai;

 


A partir da fala, existe uma pequena "cura falada", apesar de criarem-se novos sintomas - nisso, Freud percebe que ela começa a se envolver afetivamente com ele.

 

- O que faz com que a paciente crie uma certa fantasia, com esse que está cuidando do seu médico? Seja fantasia, identificação, laço amoroso - chama-se de TRANSFERÊNCIA.

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