sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

Aparelho Psíquico


Exemplificação do funcionamento dos elementos na mente.


O aparelho psíquico, ou somente psique, é o nome dado ao método estrutural proposto por Freud. Primeiramente foi dividido em inconsciente, pré-consciente e consciente, o que posteriormente foi modificado e dividido em três elementos que unidos trabalham nas ações e reações, o Id, Ego e Superego.


O Id, instinto primitivo, bastante destacado em crianças é a forma irracional da mente que faz as pessoas agirem de forma impulsiva e irracional, ou seja, é a forma de ação e reação onde a pessoa se expressa sem ao menos pensar. Como dito anteriormente, o Id é bastante visto em crianças porque essas agem irracionalmente, por exemplo, quando uma criança deseja um brinquedo não pensa duas vezes antes de cair no chão e espernear até que o responsável faça sua vontade. É a manifestação do Id.

O Ego, denominado equilibrador das forças irracionais e racionais, age sempre pressionado pelo Id e pelo Superego cabendo a ele a dosagem entre as vontades liberadas pelo Id e entre as limitações liberadas pelo Superego. É a parte consciente do aparelho psíquico que faz com que um indivíduo consiga regular suas ações e reações.

O Superego, denominado repressor do Id, atua influenciado por regras, crenças, leis morais, ética e outros métodos que nos são ensinadas no decorrer da vida e limitam as ações e reações, fazendo com que pensemos nas conseqüências. A partir de suas influências, busca através do Ego reprimir o Id para que nenhuma ação e reação sejam realizadas irracionalmente.

Tal divisão acima citada foi uma remodelação feita entre 1920 e 1923 para distinguir o inconsciente do consciente.
Publicado por Gabriela Cabral
FONTE: https://mundoeducacao.uol.com.br/psicologia/aparelho-psiquico.htm

O Aparelho Psíquico

 


"Freud ao estudar o funcionamento e a organização mental do homem percebeu que existem três elementos funcionais que atuam de diferentes formas. Aos elementos, nomeou Id, Ego e Superego.


Ao Id foi atribuída a parte primitiva da mente, ou seja, o instinto irracional que se manifesta sem a preocupação com princípios morais, éticos, etc. O Id é mais evidenciado na infância do que na fase adulta, pois na infância a mente é dominada pelo desejo de ter seus pedidos atendidos imediatamente. Na fase adulta, o Id é influenciado pelo Ego e Superego.


Ao Ego foi atribuída a parte de equilibrar os anseios do Id e do Superego de forma racional e consciente. O Ego possui elementos conscientes e inconscientes que se conflitam para que uma decisão seja tomada. No Ego também se alojam os mecanismos de defesa, as manifestações que o Ego apresenta para se livrar de forma inconsciente de situações que provoque dor psíquica, angústia.


Ao Superego foi atribuída a função de impedir a realização dos instintos e desejos do Id. Influencia o Ego de forma a castigá-lo por se influenciar pelo Id provocando os sentimentos de culpa e recompensá-lo quando é influenciado por atitudes aceitáveis. Utiliza regras, éticas, valores e moralidades para agir no Ego de forma a censurar o Id.


Dessa forma, pode-se perceber que o Id e o Superego são elementos inconscientes geradores de conflitos no Ego, elemento consciente responsável pela tomada de decisões e pela liberação do pensamento na realidade externa.


O Ego quando influenciado pelo Id torna um indivíduo agressivo, dependente, escandaloso, histérico, impaciente, mal-humorado, rebelde, falso, egoísta, etc. Enquanto que quando influenciado pelo Superego torna o mesmo crítico, acusador, exigente, preconceituoso, prepotente, autoritário, invalidador de idéias, etc. mostrando que os elementos da estrutura mental são interdependentes não podendo ser considerados isoladamente. Nesse processo o Ego atua para obter influências do Id e do Superego de forma com que a influência seja racional.


Por Gabriela Cabral"


Veja mais sobre "O Aparelho Psíquico" em: https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/o-aparelho-psiquico.htm

Instâncias psíquicas (Id, Ego e Superego)

Instâncias psíquicas (Id, Ego e Superego)

Em 1923, Sigmund Freud formulou a segunda tópica, ou segunda divisão do aparelho psíquico. As instâncias psíquicas formuladas são três: Id (Isso), Ego (Eu), Superego (Supra-Eu).



O “ID“, grosso modo, correspondente à sua noção inicial de inconsciente, seria a parte mais primitiva e menos acessível da personalidade. Freud afirmou: “Nós chamamos de (…) um caldeirão cheio de excitações fervescentes. [O id] desconhece o julgamento de valores, o bem e o mal, a moralidade” (Freud, 1933, p. 74). As forças do id buscam a satisfação imediata sem tomar conhecimento das circunstâncias da realidade. Funcionam de acordo com o princípio do prazer, preocupadas em reduzir a tensão mediante a busca do prazer e evitando a dor. A palavra em alemão usada por Freud para id era es, que queria dizer “isso”, termo sugerido pelo psicanalista Georg Grddeck, que enviara a Freud o manuscrito do seu livro intitulado The book of it (Isbister, 1985).

ID contém a nossa energia psíquica básica, ou a libido, e se expressa por meio da redução de tensão. Assim, agimos na tentativa de reduzir essa tensão a um nível mais tolerável. Para satisfazer às necessidades e manter um nìvel confortável de tensão, é necessário interagir com o mundo real. Por exemplo: as pessoas famintas devem ir em busca de comida, caso queiram descarregar a tensão induzida pela fome. Portanto, é necessário estabelecer alguma espécie de ligação adequada entre as demandas do id e a realidade.

EGO serve como mediador, um facilitador da interação entre o id e as circunstâncias do mundo externo. O ego representa a razão ou a racionalidade, ao contrário da paixão insistente e irracional do id. Freud chamava o ego de ich, traduzido para o inglês como  “I”  (Eu”  em português). Ele não gostava da palavra ego e raramente a usava. Enquanto o id anseia cegamente e ignora a realidade, o ego tem consciência da realidade, manipula-a e, dessa forma, regula o id. O ego obedece ao princípio da realidade, refreando as demandas em busca do prazer até encontrar o objeto apropriado para satisfazer a necessidade e reduzir a tensão.

ego não existe sem o id; ao contrário, o ego extrai sua força do id. O ego existe para ajudar o id e está constantemente lutando para satisfazer os instintos do id. Freud comparava a interação entre o ego e o id com o cavaleiro montando um cavalo fornece energia para mover o cavaleiro pela trilha, mas a força do animal deve ser conduzida ou refreada com as  rédeas, senão acaba derrotando o ego racional.

A terceira parte da estrutura da personalidade definida por Freud, o SUPEREGO, desenvolve-se desde o inicio da vida, quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais ou responsáveis mediante o sistema de recompensas e punições. O comportamento inadequado  sujeito à punição torna-se parte da consciência da criança, uma porção do superego. O comportamento aceitável para os pais ou para o grupo social e que proporcione a recompensa torna-se parte do ego-ideal, a outra porção do superego.  Dessa forma, o comportamento é determinado inicialmente pelas ações dos pais; no entanto, uma vez formado o superego, o comportamento é determinado pelo autocontrole. Nesse ponto, a pessoa administra as próprias recompensas ou punições. O termo cunhado por Freud para o superego foi über-ich, que significa literalmente “sobre-eu”.

superego representa a moralidade. Freud descreveu-o como o “defensor da luta em busca da perfeição – o superego é, resumindo, o máximo assimilado psicologicamente pelo indivíduo do que é considerado o lado superior da vida humana” (Freud, 1933, p. 67). Observe-se então, que, obviamente, o superego estará em conflito com o id. Ao contrário do ego, que tenta adiar a satisfação do id para momentos e lugares mais adequados, o superego tenta inibir a completa satisfação do id.

Assim Freud imaginava a constante luta dentro da personalidade quando o ego é pressionado pelas forças contrárias insistentes. O ego deve tentar retardar os ímpetos agressivos e sexuais do id, perceber e manipular a realidade para aliviar a tensão resultante, e lidar com a busca do superego pela perfeição. E, quando o ego é pressionado demais, o resultado é a condição definida por Freud como ansiedade.

ID: fonte de energia psíquica e o aspecto da personalidade relacionado aos instintos.

EGO: aspecto racional da personalidade responsável pelo controle dos instintos.

SUPEREGO: o aspecto moral da personalidade, produto da internalização dos valores e padrões recebidos dos pais e da sociedade.

FONTE:

https://cynthiaolivei.wordpress.com/2017/01/15/instancias-psiquicas-id-ego-e-superego/




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Estudos Freudianos: Pulsão de Vida e de Morte

 

O que significa Pulsão de Vida e de Morte

Pulsões de Vida se classificam como uma grande categoria de pulsões que Freud se utiliza para contrapor, em sua última teoria, às Pulsões de Morte. As pulsões de vida tendem a constituir unidades cada vez maiores e a mantê-las. 

O termo “Eros” foi usado para classificar as Pulsões de Vida. Eros é uma palavra que vem do latim, Éros, e seu significado expressa o amor, o desejo e atração sensual. Eros é o deus do amor na mitologia grega.

O termo erótico é derivado de eros. Marcuse discute em seu livro “Eros e Civilização” (1966), sobre o termo Eros como pulsão de vida, que é aguçada pela libido do indivíduo, através do anseio pela civilização, e a convivência coletiva. Para Marcuse, segundo uma análise freudiana, Eros é a pulsão libidinal, que motiva o indivíduo a vida. (Oliveira, L. G. Revista Labirinto – Ano X, nº 14 – dezembro de 2010)


Pulsões de Morte e Thanatos

Já as Pulsões de Morte voltadas inicialmente para o interior e tendendo à autodestruição, as pulsões de morte seriam secundariamente voltadas para o exterior, manifestando-se então sob a forma de pulsão de agressão ou de destruição. Tendem para a redução completa das tensões, isto é, tendem a reconduzir o ser vivo ao estado anorgânico.

O termo “Thanatos” foi usado para classificar as Pulsões de Morte. Na mitologia grega, Thanatos (Thánatos, uma palavra que vem do grego) era a personificação da morte. A pulsão de morte, na qual Freud se refere, é a morte simbólica, a morte social; uma pulsão que leva o indivíduo à loucura, ao suicídio, ou seja, uma morte simbólica ou material perante a sociedade.(Oliveira, L. G. Revista Labirinto – Ano X, nº 14 – dezembro de 2010)

A hipótese das Pulsões de Morte, para Freud, serviram para explicar os fenômenos relacionados à compulsão à repetição e também para afirmar a dualidade das pulsões, sendo elas as pulsões de vida e as pulsões de morte.

Segundo Freud, o indivíduo possui latente dentro de si a pulsão de vida e a pulsão de morte. A pulsão de vida faz com que o indivíduo sinta necessidade de satisfazer suas vontades, de buscar o prazer e de satisfazer a libido, mas, para o indivíduo que vive em sociedade, sua libido se concretiza através do instinto organizado.

O instinto organizado é a consciência social implantada no indivíduo para viver coletivamente (ou seja, a ação do Ego sobre o Id, conforme a 2ª tópica Freudiana*) *Nota: O Id, na 2ª tópica Freudiana, é denominado inconsciente, é o depósito das energias psíquicas. O ego procura substituir o princípio de prazer que reina sem restrições no Id pelo princípio de realidade.

No ego, a percepção exerce um papel que no Id é o instinto, assim o ego representa a razão. O ego tem origem no inconsciente, sua função é agir como mediador entre as pulsões do Id.

Quer saber mais? Acesse o link abaixo:

https://www.psicanaliseclinica.com/pulsao-o-que-significa/

Estudos Freudianos


Em mais um vídeo da série sobre grandes pensadores, Celso Loducca recebe o filósofo Luiz Felipe Pondé para um bate papo interessantíssimo e bastante atual sobre o médico neurologista e criador da psicanálise, Sigmund Freud.

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Pessoas difíceis

 

5 estratégias eficazes para lidar com pessoas difíceis


Os ambientes empresariais não são formados somente por pessoas afáveis. Ao longo da carreira, provavelmente, você já se deparou com tipos pouco afeitos ao diálogo e com vícios comportamentais. O convívio não é fácil. Porém, existem algumas boas estratégias para lidar com pessoas difíceis e tornar o dia a dia mais leve.

Neste artigo, vamos apresentar algumas dicas importantes para você aprender a lidar com pessoas difíceis. Colocá-las em prática pode ser decisivo para o sucesso profissional, sobretudo se você tem cargo de liderança e precisa fazer uma boa gestão da equipe.

O que é uma pessoa difícil de lidar?

Essas pessoas tem algumas características fáceis de perceber e em comum, por isso veja como identificar pessoas difíceis de lidar:

  • Reclamar com frequência e de quase tudo ao seu redor,
  • Costumam não assumir responsabilidades pelas suas ações,
  • Podem ser “estouradas”, ou seja, explodem quando são contrariadas ou quando as coisas saem do seu planejamento;
  • Pessoas complicadas podem ser agressivas no jeito de se comunicar;
  • Acabam criando situações complexas e difíceis;
  • Entre outras características.

Como saber se eu sou uma pessoa difícil de lidar?

“Será que sou difícil de lidar?”

Se você já se fez esta pergunta, então perceba cada uma das ações acima.

Se você sente que tem traços destas características em seu perfil, é importante avaliar e conversar com pessoas ao seu redor.

Fale com seu parceiro, amigos, família e até mesmo com colegas da empresa, RH ou liderança.

Questione se já se sentiram desconfortáveis com alguma atitude sua e peça feedbacks com frequência, para de fato acompanhar seu desenvolvimento.

O que você tem a ganhar aprendendo a lidar com pessoas difíceis?

Na vida profissional, nem sempre as pessoas têm autonomia para escolher com quem trabalham. De um dia para o outro, podem “ganhar” um colega que logo se revela uma verdadeira mala sem alça.

Por isso, aprender a lidar com pessoas difíceis é a melhor maneira de impedir que elas comprometam sua evolução profissional. Quem compra a briga com esses indivíduos tem muito a perder, pois pode acabar prejudicado dentro da empresa. O ideal é procurar contornar a situação e manter a produtividade mesmo com alguém de difícil trato.

No caso dos gestores de equipes, lidar bem com essas pessoas é fundamental para não comprometer o desempenho coletivo. Claro que, em último caso, é cabível demitir o colaborador mais problemático. Mas antes de se tomar essa decisão, há diversas estratégias para colocar em prática. Confira a seguir:

1. Mantenha a calma

Quando alguém adota uma postura mais agressiva no trabalho, o ideal é evitar ir pelo mesmo caminho. Manter a calma é o primeiro passo para domar pessoas difíceis e limitar seu potencial de contaminação do ambiente.

Certamente, não é simples se portar como um “monge” diante de pessoas pouco equilibradas. Se a tarefa parecer impossível, afaste-se por alguns minutos do colega inconveniente, respire profundamente e conte até 10. Entenda que ser tomado por uma conduta mais agressiva pode fortalecer uma pessoa desequilibrada e torná-la mais incontrolável.

No caso de gestores de equipes, essa dica é fundamental também pelo aspecto coletivo. Um líder que não consegue manter a calma pode perder as rédeas de seu time.

2. Demonstre sua insatisfação com clareza

Ter serenidade para enfrentar pessoas difíceis não tem nada a ver com apatia. Diante desses indivíduos, é preciso se portar com firmeza e demonstrar a insatisfação. Procure ser claro e explicar as razões que tornam complicado o convívio com aquele colega.

Vale a pena trazer exemplos que ilustram os problemas que a pessoa tem causado no ambiente corporativo. No cenário mais otimista, isso pode despertar uma reflexão e fazer com que ela tenha uma mudança de postura. Claro que nem sempre as coisas saem da melhor maneira e a conversa pode se mostrar infrutífera.

De toda forma, apontar de maneira clara os problemas causados é uma atitude profissional e facilita os passos seguintes. Quando a situação se torna insustentável, o gestor pode ser obrigado a demitir aquele colaborador – que não poderá alegar que não foi alertado antes.

3. Escute a pessoa (na medida do possível)

É duro dar o braço a torcer, mas, em muitos casos, ouvir a outra pessoa pode remediar um conflito. Colegas de difícil trato costumam ter comportamentos inadequados que revoltam qualquer um. Mas parar para escutar suas ponderações ajudará a acalmar a pessoa e conduzir a um entendimento. É claro que, se a pessoa for incapaz de argumentar calmamente, esse caminho da diplomacia dificilmente funcionará.

Em relação ao gestor de equipes, ele deve, primeiro, falar reservadamente com a pessoa para entender suas dores. A conversa lhe dará os subsídios necessários para buscar a maneira mais inteligente de proceder. Caso o desentendimento com outro colega seja pontual, uma reunião a três pode aparar as arestas. Entretanto, o gestor pode detectar também que o colaborador em questão não está aberto ao diálogo e partir para uma resolução mais drástica.

4. Seja um exemplo positivo

Uma das formas mais reconhecidas de educar alguém é pelo bom exemplo. Se uma pessoa está se mostrando hostil no ambiente corporativo, faça com que ela compreenda isso. Agir corretamente, ainda que seja uma obrigação, pode ter um caráter didático no trato com colegas difíceis.

Ser um exemplo positivo é também uma atribuição básica do gestor de equipes. Essa figura deve entender um colaborador problemático como uma oportunidade de exercitar a boa liderança. O bom exemplo tem potencial para transformar a atitude dessa pessoa e reverberar para o resto do time.

Educar um profissional difícil é uma maneira de demonstrar como a empresa não descarta colaboradores ao menor sinal de instabilidade. Em um segundo momento, a iniciativa pode até não mostrar resultados, mas o gestor de equipes precisa tentar.

5. Utilize a equipe a seu favor

A quinta e última dica vai especialmente para os gestores de equipes. Lidar com pessoas difíceis é uma tarefa que pode ser encarada de forma coletiva. Líderes devem ser capazes de identificar colaboradores com maior capacidade de diálogo para momentos oportunos. Alguém com essa característica é capaz de tornar mais flexível a comunicação com uma pessoa difícil.

Evidentemente, não se trata de “empurrar a responsabilidade” gerencial para um membro da equipe. O gestor tem de se colocar à frente na interlocução com o colaborador que apresenta problemas de relacionamento. A ajuda de outras pessoas pode ser complementar e contribuir para uma resolução definitiva. Nem sempre o líder será capaz de resolver sozinho esses impasses.

A opção pelo tratamento coletivo desse tipo de problema pode gerar uma herança positiva para a empresa. Colaboradores destacados para ajudar no processo se sentem importantes e podem, futuramente, se configurar em novas lideranças.

Como lidar com pessoas desequilibradas emocionalmente?

Os primeiros passos é trabalhar a sua própria inteligência emocional e empatia, afinal, não sabemos pelo que as outras pessoas estão passando.

Em seguida, siga os passos anteriores, como manter a calma e ouvir bastante a pessoa.

Apesar da pessoa parecer problemática e difícil, pode ser que ela esteja passando por dificuldades emocionais, então tenha cautela, paciência e muita empatia.

E para finalizar: Saiba separar situações difíceis de pessoas difíceis

Ás vezes podemos pré julgar uma pessoa como difícil e complicada, mas na verdade ela está passando por um momento complicado da sua vida.

Por isso é importante saber também como lidar com situações difíceis. Alguns dos passos que apresentamos aqui podem ser reutilizado em momentos complexos, mas temos algumas dicas extras:

  1. Lembre-se que nem todas as situações estão sob o seu controle
  2. Mantenha a calma e respite fundo
  3. Visualize a situação por outros ângulos e de forma geral
  4. Pense fora da caixa e comece a buscar soluções
FONTE: 
https://gestaodeequipes.com.br/5-estrategias-para-lidar-com-pessoas-dificeis/