domingo, 10 de setembro de 2023

AULAS: Interpretação de sonhos (Abordagem dos Sonhos [Psicanálise | Sigmund Freud]

PSICANÁLISE
(Curso Grátis)


Sigmund Schlomo Freud (1856 – 1939; nascido Sigismund, mas mudou o primeiro nome em 1878) foi um médico neurologista e psiquiatra criador da psicanálise. Freud nasceu em uma família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco (atualmente, a localidade é denominada Příbor, e pertence à República Checa).

Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose no tratamento de pacientes com histeria, como forma de acesso aos seus conteúdos mentais. Ao observar a melhora dos pacientes tratados pelo médico francês Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da histeria era psicológica, e não orgânica. Essa hipótese serviu de base para outros conceitos desenvolvidos por Freud, como o do inconsciente.

Freud também é conhecido por suas teorias do complexo de édipo e da repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento das psicopatologias, através da escuta do paciente. Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana. Sua obra fez surgir uma nova compreensão do ser humano, como um animal dotado de razão imperfeita e influenciado por seus desejos e sentimentos. Segundo Freud, a contradição entre esses impulsos e a vida em sociedade gera, no ser humano, um tormento psíquico.

Freud tinha uma visão biopsicossocial do ser humano. Fatos como a descrição de pacientes curados através do diálogo por Josef Breuer e a morte do colega Ernst von Fleischl-Marxow por dose excessiva do antidepressivo da época, a cocaína, levaram-no ao abandono das técnicas de hipnose e de drogas para criar um novo método: a cura pela fala, ou seja, a psicanálise, que utilizava a interpretação de sonhos e a livre associação como vias de acesso ao inconsciente.

Suas teorias e seus tratamentos foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Sua teoria é de grande influência na psicologia atual e segue se desenvolvendo através de estudos e prática clínica na área, com psicanalistas que vieram depois dele. Estes criaram suas próprias teorias, mas sempre com base nos pressupostos intrínsecos colocados por Freud, como a noção de inconsciente e transferência.















sexta-feira, 25 de agosto de 2023

O ESTÁDIO DO ESPELHO


 

O estádio do Espelho



     O estádio do Espelho é um momento particular da vida psíquica da criança, processo de maturação, no qual ela vive uma experiência de identificação fundamental e faz a conquista da imagem de seu próprio corpo. A identidade primordial da criança com esta imagem promoverá a pré-formação do “Eu”, pois favorecerá a percepção da unidade do corpo próprio, que até o momento era do nível de uma dispersão angustiante, possibilitando o fim da vivência psíquica descrita por Lacan como o “fantasma do corpo esfacelado”.
      “O estádio do Espelho é um drama cujo alcance interno se precipita da insuficiência para a antecipação e que, para o sujeito, tomado no equívoco da identificação espacial, urde os fantasmas que se sucedem de uma imagem esfacelada do corpo para uma forma que chamaremos ortopédica de sua totalidade”(J. Lacan, ibid, pag.97). Essa experiência singular da criança pode ser compreendida em três tempos fundamentais.
     O primeiro tempo corresponde ao momento em que a criança percebe a imagem do seu corpo e pensa que aquilo é um ser real, ou seja, há uma confusão entre si e o outro, que é confirmada pela relação esteriotipada que mantém com os semelhantes. É no outro que a criança, nesse momento, se vivencia e se orienta, um trasitivismo normal, pois quando a criança bate diz ter sido batida, quando vê a outra cair, chora.
     O segundo tempo corresponde a uma etapa de processo identificatório, pois é levada a perceber que o outro no espelho não é real, e sim uma imagem, e ela aprende a distinguir a imagem do outro da realidade do outro.
     O terceiro tempo é o momento da identificação primordial, porque além de ela estar segura de que o reflexo no espelho é apenas uma imagem e que é dela, recupera a dispersão do corpo desfacelado em uma unidade. Essa conquista da unidade corporal, e conseqüentemente, a conquista da identidade do sujeito, se dá em uma dimensão imaginária, pois é a partir de algo virtual (a imagem ótica) que ela se identifica.

Lacan, J., ibid., apud Dor, Joël. Introdução à leitura de Lacan: o inconsciente estruturado como linguagem. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.



Por Rosinéia Luiza Gass
rosineiagass@hotmail.com

sábado, 27 de maio de 2023

História da psicologia: como surgiu e evoluiu com o tempo


A história da psicologia se fez com diferentes tipos de teorias, pensadores, experimentos e formas de promover saúde mental. E é por isso que hoje essa ciência conta com várias áreas de atuação e intervenções.

Assim, é importante que você saiba sobre essas diversas faces da psicologia, tanto para entender qual tipo de intervenção funciona mais para você e, se você é psicólogo, com qual vertente você deseja trabalhar!

E neste texto nós vamos te contar toda a história dessa ciência, como ela surgiu e evoluiu com o tempo. Além disso, você vai descobrir detalhes sobre alguns dos tipos de abordagem que existem para realizar os atendimentos.

Então, continue lendo este texto e aprenda tudo sobre o assunto!

O que é Psicologia?

É muito comum a gente crer que há uma única psicologia, que explique tudo e todos. Mas, não é bem assim! Afinal, os humanos são plurais. Desse modo, a Psicologia é uma ciência com diferentes tipos de métodos e chances de atuação.

Segundo a American Psychological Association (APA), a psicologia é responsável pelo estudo da mente e comportamento. Esse estudo engloba todos os aspectos da experiência humana e seus processos cognitivos.

Ou seja, ela estuda e analisa as relações intra e interpessoais, do nível neural ao nível cultural, a fim de entender melhor sobre a conduta humana individual e em grupo.

E, de acordo com o Conselho Federal de Psicologia (1992), o psicólogo(a) pode atuar na educação, saúde, trabalho, lazer, esportes, segurança, justiça, comunidades e comunicação, de modo a promover o respeito à dignidade e integridade do ser humano.

Além de contribuir, também, para a produção do saber científico.

Como a Psicologia surgiu?

A história da psicologia se inicia junto da filosofia. Mas, apesar de os filósofos confiarem na observação e lógica, tais métodos não eram suficientes para estudar e tirar conclusões sobre a mente e o modo de agir do ser humano.

Assim, foram os estudos do fisiologista alemão Wilhelm Wundt, em meados do século XIX, que possibilitaram a abertura do Laboratório de Psicologia Experimental, na Universidade Alemã de Leipzig, em 1879. E é esse evento que inaugura o início oficial da psicologia como uma disciplina científica separada e distinta.

Assim, a partir desse marco na história da psicologia, se iniciam os esforços para delimitar essa ciência. Ou seja, quais áreas seriam estudadas, o que cabe à psicologia entender e quais questões do ser humano podem ser resolvidas por meio dessa ciência.

Nos dias de hoje os métodos de estudo usados por Wundt são vistos como não confiáveis, pois agora se sabe mais sobre essa área do que naquela época. Mas, de toda forma, seu trabalho ajudou para que a psicologia crescesse enquanto ciência e profissão.

 Qual foi o primeiro experimento Psicológico?

O fisiologista russo Iván Petóvish Pavlov desenvolveu os primeiro estudos sobre reflexo condicionado e aprendizado, sendo inspirado pelo teste de Thorndike chamado “caixa do problema”. E esses estudos de Pavlov possibilitaram o primeiro experimento da história da psicologia, o qual foi feito pelo psicólogo americano Jhon B. Watson.

Esse experimento ficou conhecido como “Pequeno Albert” e tinha como objetivo analisar e mostrar como medos específicos poderiam ser aprendidos.

E ele foi feito assim: Albert, um garoto de 11 meses, tinha medo de barulhos altos, mas não sentia medo de pequenos animais. Porém, após ser exposto a um rato seguido de um barulho alto, Albert começou a chorar apenas ao ver o animal, mesmo sem o som.

E, logo depois, ele passou a generalizar sua resposta. Ou seja, se mostrava assustado ao ver um coelho, cachorro etc.

Assim, esse experimento permitiu a Watson provar que o comportamento poderia ser moldado através da inserção ou retirada de estímulos. Mas, vale ressaltar que essa análise gerou uma série de polêmicas por usar um bebê para provar a sua teoria.

Além disso, nos dias de hoje, tal tipo de experimento não é mais aceito. Uma vez que hoje existe um código de ética e conduta que deve ser seguido, não permitindo, assim, que experiências como essa sejam feitas.

Qual a história da Psicologia?

Após o primeiro instituto de Psicologia em 1879, criado por Wundt, houve um grande empenho em validar os métodos científicos para entender melhor a experiência humana.

Com isso, qualquer ideia sem provas e experimentos acabava em descrédito.

E esse cenário influenciou na criação de várias escolas de pensamento, de modo que surgiram várias ideias diferentes que marcaram a história da psicologia. Por isso, é comum ouvir dizer que há psicologias, uma vez que essa ciência é plural.

E agora vamos falar um pouco de algumas dessas vertentes que surgiram. Sendo que cada uma delas tem suas ideias exclusivas e pontos de vista diferentes! Mas todas buscavam encontrar soluções para problemas do ser humano, além de entender melhor a mente e o modo de agir das pessoas.

Behaviorismo

Essa vertente está muito ligada com aquele experimento que falamos acima, lembra? Sobre o Pequeno Albert e como o medo pode ser induzido pelo experiência.

O Behaviorismo crê que a Psicologia deveria focar apenas em fenômenos observáveis mensuráveis. Logo, os processos mentais não eram levados em conta nessa análise.

Com isso, é possível afirmar que o behaviorismo é uma teoria que se baseia na ideia de que os modos de agir podem ser adquiridos através do condicionamento em interação com o ambiente. Ou seja, os behavioristas acreditavam que o modo como o ser humano se comporta é resultado da experiência.

Em meados do século XX, os psicólogos questionaram essa abordagem. Mas, sua influência ainda é notória na atual psicologia, sendo ainda parte fundamental da terapia cognitivo-comportamental.

Gestalt

Essa abordagem da psicologia busca ajudar as pessoas a se concentrarem no aqui e no agora. De modo a tornar consciente os padrões de atitudes ruins que atrapalham a pessoa a viver bem. Desse modo, as emoções e experiências são ressignificadas em tempo real com o psicólogo.

Outro ponto importante nessa vertente é a ideia de que o todo é maior que a soma de suas partes. Ou seja, o ser humano é maior que a soma das partes que o forma. De modo a enfatizar a percepção que temos em relação ao nosso mundo e experiências.

Logo, a Gestalt focaliza na pessoa e no modo singular de seu trajeto, tendo o psicólogo como um facilitador para a conscientização pessoal.

Gestalt-terapia foi introduzida na década de 1940 como sendo uma alternativa à psicanálise mais tradicional, tendo ações efetivas para a construção de relações colaborativas, autocuidado e crescimento pessoal.

Psicanálise

Quem nunca ouviu aquela famosa frase “Freud explica”? Ainda hoje é muito comum as pessoas terem curiosidade sobre a psicanálise. E, como as outras abordagens apresentadas acima, essa é um tipo de terapia preocupada em explicar como funciona a subjetividade humana e, logo, auxiliar no tratamento de transtornos mentais.

Criada por Sigmund Freud no final do século 19, a psicanálise visa interpretar fenômenos inconscientes através da fala. Ou seja, por meio da palavra se busca a origem dos sintomas mentais, emocionais e do comportamento.

Ainda hoje a psicanálise é considerada uma teoria complexa, capaz de desafiar as concepções mais simplistas do sujeito, por isso ela foi um marco na história da psicologia.

Além disso, ela não é uma abordagem diretiva, mas um processo analítico que pode gastar anos, revisitando o passado para identificar como o mesmo influencia no momento presente.

Humanismo

Essa teoria se consolidou por volta dos anos de 1960 e sofreu grande influência dos estudos de Abraham Maslow. Sendo que ele ficou muito conhecido por seu trabalho a respeito das necessidades do ser humano. Hoje, a Pirâmide de Maslow é muito usada para explicar a motivação humana.

E a psicologia humanista busca entender o fenômeno, a partir das circunstâncias e potencialidades de cada ser humano.

Ela parte do princípio de que o homem é responsável por sua escolhas, tem controle sobre sua história e é um ser capaz de se auto realizar e se desenvolver. Com ênfase no estudo da capacidade do sujeito para dar sentido e propósito à sua própria existência.

E, em um primeiro momento, ela se mostrou contrária ao behaviorismo e à psicanálise. Pois, enquanto essas duas últimas focavam no modo de agir e pensamentos do ser humano, a psicologia humanista propôs analisar as motivações do ser humano, como o que gera felicidade e o que o homem poderia fazer para alcançar isso.

Psicologia Cognitiva

A psicologia cognitiva estuda o processo de assimilação de ideias e das fontes de informação através de cognições, tais como: linguagem, percepção, tomada de decisões, imaginação, resolução de problemas etc. Sendo que, para isso, liga a informação emocional com o modo como o indivíduo se comporta.

E essa linha teórica se difere das outras, uma vez que adota o método científico positivista como sendo válido para as investigações. Também, defende a existência de estados internos como, por exemplo, os desejos, crenças, motivações etc.

Um dos principais nomes da psicologia cognitiva é Jean Piaget, que criou uma teoria sobre como a mente do ser humano se desenvolve. Hoje, uma das principais correntes dessa abordagem é o enfoque voltado para o processamento de informações.

Além disso, existem outras áreas que se relacionam com esse estudo, tais como: inteligência humana e artificial, construção de conceitos, percepção visual e auditiva, memória e outros.

Cindy Lauper S.de Freitas

Fonte:

https://blog.eurekka.me/historia-da-psicologia/

Cindy Lauper S. de Freitas

Cindy Lauper S. de Freitas



sexta-feira, 21 de abril de 2023

Mecanismos de Defesa


1 Mecanismos de Defesa

2 DefiniçãoQuando o Ego está consciente das condições reinantes, consegue ele sair-se bem das situações sendo lógico, objetivo e racional, mas quando se desencadeiam situações que possam vir a provocar sentimentos de culpa ou ansiedade, o Ego perde as três qualidades citadas. É quando a ansiedade-sinal (ou sinal de angústia), de forma inconsciente, ativa uma série de mecanismos de defesa, com o fim de proteger o Ego contra um dor psíquica iminente.

3 SUBLIMAÇÃO É o mecanismo de defesa mais aprovado pela sociedade.
Quando temos um impulso que não podemos expressar diretamente, reprimimos a sua forma original, e o deixamos emergir sob uma feição que não perturbe a outrem ou a nós próprios.Quando um impulso primitivo é inaceitável para o ego, é modificado de forma a se tornar socialmente aceitável, isso é sublimação.

4 REPRESSÃOÉ a operação psíquica que pretende fazer desaparecer, da consciência, impulsos ameaçadores, sentimentos, desejos, ou seja, conteúdos desagradáveis, ou inoportunos.tende a fazer desaparecer da consciência um conteúdo desagradável ou inoportuno: idéia, afeto, etc.Neste sentido, o recalque seria uma modalidade especial de repressão.

5 A RACIONALIZAÇÃO.É uma forma de substituir por boas razões uma determinada conduta que exija explicações, de um modo geral, da parte de quem a adota.Os Psicanalistas dizem que racionalização é uma mentira inconsciente que se põe no lugar do que se reprimiu.

6 A PROJEÇÃO.operação pela qual o sujeito expulsa de si e localiza no outro- pessoa ou coisa- qualidades, sentimentos, desejos e mesmo “objetos”que ele desconhece ou recusa nele.

7 DESLOCAMENTO.É um processo psíquico através do qual o todo é representado por uma parte ou vice-versa.Também pode ser uma idéia representada por uma outra, que, emocionalmente, esteja associada à ela.

8 DESLOCAMENTO Esse mecanismo não tem qualquer compromisso com a lógica.
É o caso de alguém que tendo tido uma experiência desagradável com um policial, reaja desdenhosamente, em relação a todos os policiais.

9 A IDENTIFICAÇÃO.É o processo psíquico por meio do qual um indivíduo assimila um aspecto, um característica de outro, e se transforma, total ou parcialmente, apresentando-se conforme o modelo desse outro. A personalidade constitui-se e diferencia-se por uma série de identificações.

10 A REGRESSÃO.É o processo psíquico em que o Ego recua, fugindo de situações conflitivas atuais, para um estágio anterior.É o caso de alguém que depois de repetidas frustrações na área sexual, regrida, para obter satisfações, à fase oral, passando a comer em excesso.

11 O ISOLAMENTO.É um processo psíquico típico da neurose obsessiva, que consiste em isolar um comportamento ou um pensamento de tal maneira que as suas ligações com os outros pensamentos, ou com o autoconhecimento, ficam absolutamente interrompidas, já que foram (os pensamentos, os comportamentos), completamente excluídos do consciente.

12 FORMAÇÃO REATIVA.É um processo psíquico que se caracteriza pela adoção de uma atitude de sentido oposto a um desejo que tenha sido recalcado, constituindo-se, então, numa reação contra ele.processo psíquico, por meio do qual um impulso indesejável é mantido inconsciente, por conta de uma forte adesão ao seu contrário.

13 A SUBSTITUIÇÃO.Processo pelo qual um objeto valorizado emocionalmente, mas que não pode ser possuído, é inconscientemente substituído por outro, que geralmente se assemelha ao proibido. É uma forma de deslocamento.

14 A FANTASIA.É um processo psíquico em que o indivíduo concebe uma situação em sua mente, que satisfaz uma necessidade ou desejo, que não pode ser, na vida real, satisfeito.É um roteiro imaginário em que o sujeito está presente e que representa, de modo mais ou menos deformado pelos processos defensivos, a realização de um desejo e, em última análise, de um desejo inconsciente.

15 EXPIAÇÃOÉ o processo psíquico em que o indivíduo quer pagar pelo seu erro imediatamente.

16 NEGAÇÃOA tendência a negar sensações dolorosas é tão antiga quanto o próprio sentimento de dor.Nas crianças pequenas, é muito comum a negação de realidades desagradáveis, negação que realiza desejos e que simplesmente exprime a efetividade do princípio do prazer.

17 TRANSFERÊNCIARepresenta o motor da cura e pode ser vista como, a repetição, face ao analista, de atitudes emocionais, inconscientes, amigáveis, hostis ou ambivalentes, que o paciente estabeleceu na sua infância no contacto com os pais e com as pessoas que o rodeiam.

18 CONTRATRANSFERÊNCIA:
Trata-se de uma resposta do analista à transferência do paciente mas que designa também, de forma mais geral, o conjunto das reacções inconscientes do analista perante o paciente.

19 RECALQUEExclusão de idéias, sentimentos e desejos que o indivíduo não quisera admitir e que no entanto continua a fazer parte da vida psíquica.

Apresentação em tema: "Mecanismos de Defesa Keli Steffler."— Transcrição da apresentação: 

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