O que significa Pulsão de Vida e de Morte
Pulsões de Vida se classificam como uma grande categoria de pulsões que Freud se utiliza para contrapor, em sua última teoria, às Pulsões de Morte. As pulsões de vida tendem a constituir unidades cada vez maiores e a mantê-las.
O termo “Eros” foi usado para classificar as Pulsões de Vida. Eros é uma palavra que vem do latim, Éros, e seu significado expressa o amor, o desejo e atração sensual. Eros é o deus do amor na mitologia grega.
O termo erótico é derivado de eros. Marcuse discute em seu livro “Eros e Civilização” (1966), sobre o termo Eros como pulsão de vida, que é aguçada pela libido do indivíduo, através do anseio pela civilização, e a convivência coletiva. Para Marcuse, segundo uma análise freudiana, Eros é a pulsão libidinal, que motiva o indivíduo a vida. (Oliveira, L. G. Revista Labirinto – Ano X, nº 14 – dezembro de 2010)
O termo “Eros” foi usado para classificar as Pulsões de Vida. Eros é uma palavra que vem do latim, Éros, e seu significado expressa o amor, o desejo e atração sensual. Eros é o deus do amor na mitologia grega.
O termo erótico é derivado de eros. Marcuse discute em seu livro “Eros e Civilização” (1966), sobre o termo Eros como pulsão de vida, que é aguçada pela libido do indivíduo, através do anseio pela civilização, e a convivência coletiva. Para Marcuse, segundo uma análise freudiana, Eros é a pulsão libidinal, que motiva o indivíduo a vida. (Oliveira, L. G. Revista Labirinto – Ano X, nº 14 – dezembro de 2010)
Pulsões de Morte e Thanatos
Já as Pulsões de Morte voltadas inicialmente para o interior e tendendo à autodestruição, as pulsões de morte seriam secundariamente voltadas para o exterior, manifestando-se então sob a forma de pulsão de agressão ou de destruição. Tendem para a redução completa das tensões, isto é, tendem a reconduzir o ser vivo ao estado anorgânico.
O termo “Thanatos” foi usado para classificar as Pulsões de Morte. Na mitologia grega, Thanatos (Thánatos, uma palavra que vem do grego) era a personificação da morte. A pulsão de morte, na qual Freud se refere, é a morte simbólica, a morte social; uma pulsão que leva o indivíduo à loucura, ao suicídio, ou seja, uma morte simbólica ou material perante a sociedade.(Oliveira, L. G. Revista Labirinto – Ano X, nº 14 – dezembro de 2010)
A hipótese das Pulsões de Morte, para Freud, serviram para explicar os fenômenos relacionados à compulsão à repetição e também para afirmar a dualidade das pulsões, sendo elas as pulsões de vida e as pulsões de morte.
Segundo Freud, o indivíduo possui latente dentro de si a pulsão de vida e a pulsão de morte. A pulsão de vida faz com que o indivíduo sinta necessidade de satisfazer suas vontades, de buscar o prazer e de satisfazer a libido, mas, para o indivíduo que vive em sociedade, sua libido se concretiza através do instinto organizado.
O instinto organizado é a consciência social implantada no indivíduo para viver coletivamente (ou seja, a ação do Ego sobre o Id, conforme a 2ª tópica Freudiana*) *Nota: O Id, na 2ª tópica Freudiana, é denominado inconsciente, é o depósito das energias psíquicas. O ego procura substituir o princípio de prazer que reina sem restrições no Id pelo princípio de realidade.
No ego, a percepção exerce um papel que no Id é o instinto, assim o ego representa a razão. O ego tem origem no inconsciente, sua função é agir como mediador entre as pulsões do Id.
Quer saber mais? Acesse o link abaixo:
https://www.psicanaliseclinica.com/pulsao-o-que-significa/

Nenhum comentário:
Postar um comentário